O local onde está instalada a BTP foi considerado, por mais de cinco décadas, um dos maiores passivos ambientais do Estado de São Paulo e o maior em área portuária do país.
Com pleno acompanhamento do Ministério Público, Ibama, Cetesb e demais órgãos responsáveis, a BTP realizou em 30 meses o trabalho de recuperação da área, descontaminando o passivo ambiental e permitindo o ingresso de um importante protagonista econômico não só para o Porto de Santos como para o país.
Em 2009, a BTP iniciou o processo de separação dos resíduos e lavagem de solo. Foram quase 1,2 milhão de toneladas de material contaminado transportados para o aterro industrial, de Caieiras, no interior de SP – o que representa 17,5 mil viagens de caminhão até o aterro.
Com um investimento de R$ 257 milhões, a remediação ambiental foi concluída em março de 2012, e em junho do mesmo ano, a BTP recebeu o parecer técnico positivo da Cetesb, atestando o término do processo.








